Arquivado em: Games • Tags:GTA IV • 29/11/2009 @ 2:46
por Marcos Elias
Se as coisas poderiam ser mais difícieis, então porque torná-las fáceis? Vamos complicá-las e deixar os usuários que se danem! É assim que pensam muitas empresas. Ou melhor, que não pensam. Bem, seja como for…
Se você tem o GTA IV (GTA 4) para PC e usa um perfil local, deve copiar duas pastas para guardar seus games salvos (dada a baita sacanagem do XLive no Brasil, apesar de o GTA IV ser vendido por aqui… a maiora usa um perfil local – pelo menos isso a Microsoft liberou no XLive).
No Windows XP elas ficam dentro da pasta C:\Documents and Settings\<USUARIO>\Local Settings\Application Data\
Em português parece que fica Configurações Locais, a Local Settings (faz um tempo que não toco no XP já).
Pra abrir a sua pasta home você pode clicar no seu nome no menu Iniciar (do Vista ou 7). Nela fica a AppData. Se estiver oculta, marque a opção para exibir arquivos ocultos no Windows Explorer (clique no link para ver como, se não souber; se usar o Vista/7, tecle Alt no Explorer para aparecer o menu).
Antes de colar as pastas no novo sistema, é bom você instalar o GTA IV primeiro.
Recomendo ainda apagar as pastas que ele cria (tanto a “XLive” da MS como a “Rockstar Games”) e colar as suas, de forma que fiquem apenas os arquivos que existiam no seu backup.
Fiz copiando e substituindo tudo e não deu certo, mas removendo as novas antes de colar meu backup, funcionou direitinho.
Ah que saudades do tempo que bastava copiar uma pastinha que ficava nos Documentos…
Acabo de publicar o Mep Spy 0.6 beta. Essa versão não traz nada de novo perante a 0.5, exceto uma coisa: suporte experimental a inglês (valeu Cha!).
A tradução será revista e ampliada (mais de 98% do programa foi traduzido, falta uma boa revisão). Os textos que acompanham o programa e a licença continuam em português, já que serão modificados conforme o programa for recebendo atualizações, não devendo ser traduzidos até a versão final.
Algumas pessoas relataram problemas estranhos com ele, mas em todos os computadores, notebooks e netbooks que testei nada de estranho ocorreu, e amigos que testam também não perceberam problemas graves. Testei apenas no Windows XP, Server 2003, Vista e 7 (inclusive Windows 7 de 64-bit, que é meu sistema principal atualmente). Não pretendo “suportar” versões anteriores do Windows, embora imagino que ele rode no 98.
O idioma pode ser escolhido durante a instalação (português/inglês; em breve espanhol). Só uma coisinha: se você instalar em inglês e quiser voltar para português, apenas remova ou renomeie o arquivo default.mepl na pasta do programa.
Para que ele se inicie automaticamente com o Windows você precisa ativar isso: na aba Responsabilidade, clique no botão Configurar opções de inicialização automática. Assim o monitoramento será contínuo.
A Opera Software lançou o Opera 10.10, agora com o Unite integrado. O Unite é um recurso do Opera (que agora faz parte das compilações oficiais) que permite a qualquer um compartilhar arquivos direto do navegador.
Basicamente ele destaca que seu computador doméstico pode ser um servidor, compartilhando arquivos com amigos, sem precisar fazer upload para algum outro servidor e indicar o link de download, como a maioria faz.
O compartilhamento de imagens, músicas e vídeos ficou muito fácil. Desenvolvedores e entusiastas também podem criar suas próprias aplicações para o Unite, aumentando as possibilidades.
A nova versão pode ser baixada no site oficial, http://www.opera.com/. Há uma grande chamada na home (inclusive traduzida).
A cada versão o Opera evolui bastante, mas contraditoriamente, está longe de cair no gosto popular entre usuários de PCs. Onde será que ele erra feio? Será que as pessoas não gostam porque (os mais antigos) lembram do tempo que a versão gratuita tinha um banner que não dava pra tirar? Enfim, se você nunca usou, experimente o Opera, é um excelente navegador, e foi um dos primeiros a trazer algumas “tecnologias” que mais tarde os outros “copiaram”.
Quanto ao Unite, muita gente pensou que a idéia tinha sido abandonada, já que não foi liberado junto com o Opera 10 (havia sim uma compilação separada do Opera com ele). Acontece que o projeto estava em desenvolvimento, pelo visto só pôde ser entregue com confiança e estabilidade agora.
Pegue um sistema Linux minimalista como TinyCore, instale um navegador, drivers para sua máquina e as dependências necessárias. Tem-se o Chrome OS. Claro que sem o nome do Google. É mais ou menos por aí :P Mas com toda uma estrutura e objetivos maiores por trás.
Hoje o Google liberou o código fonte do Chrome OS, seu sistema operacional para netbooks. Calma, foi apenas o código no estado em que se encontra. O sistema está em desenvolvimento e deve ser lançado no ano que vem. Segue o mesmo texto que publiquei no GdH, dando uma visão geral de como será:
O Google lançou hoje o código aberto do Chromium OS, que constituirá o tão comentado Chrome OS. O sistema operacional do Google é baseado em Linux, mas com um conceito diferente. As aplicações serão como "gadgets" que funcionam no navegador, quase sempre integradas a um serviço online. A interface será simples, no estilo do navegador Chrome. Aproveitar melhor cada pixel das pequenas telas dos netbooks é um dos objetivos principais.
O modelo de distribuição do Google, pelo que tudo indica, será diferente da maioria das distros Linux (ou mesmo sistemas dedicados a usuários finais, como Windows). Fabricantes de computadores deverão atender alguns requisitos para colocar o sistema, de forma que ele possa rodar com perfeição – leve, rápido e sem apresentar problemas de incompatibilidade com o hardware. Rodar o Chrome OS num PC ou notebook "comum" não parece ser o objetivo da empresa, embora, sendo open source, é de se imaginar que versões modificadas serão lançadas na forma de imagem ISO para instalação ou até mesmo liveCDs.
O Chrome OS lida com as aplicações de forma própria, onde elas rodam numa espécie de caixa de areia isolada, evitando ao máximo que uma aplicação prejudique outras e/ou comprometa o sistema.
A cada reinicialização o sistema checará seu código para ver se algo foi alterado. Se tiver sido alterado, o software possibilitará correção automática ou deixará de funcionar. O Google mesmo assume que nenhum sistema de computador pode ser considerado "totalmente seguro", mas é possível fazer o melhor para dificultar ao extremo as invasões e prejuízos.
O sistema rodará bastante otimizado, permitindo sempre que possível, execução de tarefas paralelas. Processos em execução? Só os necessários.
Há muito trabalho a ser feito. O Google espera que a comunidade open source como um todo aproveite as modificações, inclusive os projetos upstream, com as "origens" de peças usadas no sistema – incluindo o kernel Linux. Segundo o anúncio no Blog Oficial do Google, entre os recursos aproveitados no sistema estão o trabalho dos projetos GNU, Linux Kernel, Moblin, Ubuntu, WebKit, entre outros.
Para quem quer mexer no sistema, não será fácil por enquanto, apenas usuários avançados conseguirão algo funcional. Informações gerais estão no site:
Como se vê, o Chrome OS foi projetado para trabalhar online, com serviços do Google ou de outros sites. A interface é o navegador, nada mais. É bem diferente do conceito de aplicações de alto desempenho que rodam usando processamento e recursos exclusivamente offline, como jogos, conversão de vídeo, editores de texto avançados, etc. Muita gente não gosta da computação em núvem no sentido de perda da liberdade, mas mesmo assim o Chorme OS promete muito. Resta só aguardar e ir acompanhando o desenvolvimento :)
A Microsoft publicou um beta público do Office 2010. Particularmente nunca mais usei o Office, gostei da interface do 2007, mas como raramente uso arquivos dele, nem tenho instalado – quando não uso .txt com meu Mep Texto, uso .odt com o OpenOffice.
O Office 2010 beta inclui Word, PowerPoint, Outlook, Excel, OneNote, Access, Publisher, InfoPath, SharePoint Workspace, e Communicator.
É necessário fazer login com uma conta do Windows Live (serve MSN ou Hotmail ou domínio próprio). Ele irá gerar um serial, mas é grátis (afinal é BETA, um preview de desenvolvimento). Há versão de 32 e 64-bit. Ele deve ficar pronto no começo de 2010.
Se você gostou muito do modo versus do L4D1, dá pra dizer que sim, vale a pena comprar o 2. Agora se não curtiu tanto assim… Sei lá, veja uns vídeos no YouTube para decidir. Pesquise lá por L4D2 gameplay, left 4 dead 2 gameplay, etc.
O Left 4 Dead 2, lançado ontem, não é “tão” diferente do primeiro, mas as coisas que mudaram acabam valendo a pena – especialmente no modo versus, onde você pode controlar os infectados especiais.
Sangue. Se esse é o motivo pelo qual você joga L4D, deverá gostar do L4D2: o sangue é mais real, mais partes do corpo se soltam e os corpos no chão não somem tão facilmente como no L4D1. As partes de corpos danificados e quebrados são mais realistas, podendo ver mais sangue, órgãos e ossos. Isso dá uma sensação muito mais realista, você não mata bonecos de pano, mata zumbis ou “pessoas infectadas”. Armas brancas também podem ser usadas para combate corpo a corpo, substituindo a pistola. Elas ficam espalhadas pelos mapas. Serra elétrica, espada, machado, frigideira, taco de basebal… Munições incendiárias também podem ser encontradas. As campanhas e personagens são novos, mas isso com o tempo enjoa, de forma que um pingo de esperança para trazer novidades são as campanhas add-ons criadas por terceiros e publicadas em sites como l4dmaps.com e l4dmods.com.
Sobre os novos infectados:
Charger, parecido com um Tank, pode atacar e socar um sobrevivente até incapacitá-lo ou matá-lo. Ao selecionar a direção e correr, acaba empurrando também os sobreviventes que estiverem na mesma “linha”. Diferente do Tank, ele não é “tão especial”, morre rápido e aparece com frequencia.
A Spitter vomita um ácido, que diferente do Boomer, não deixa o pessoal cego – faz pior, prejudica a saúde e pode fazer com que os sobreviventes mais fracos sejam incapacitados rapidamente. Chega de ficar escondido em quartinhos, senão todos podem morrer.
O Jockey parece um macaquinho louco. Ele pode grudar num sobrevivente e levá-lo para onde quiser (mas cuidado, pois os Jockeys morrem rápido). Dá uma grande ajuda para levar os mais afastados ainda pra mais longe, ou derrubá-los de locais altos. Com isso eles terão que dar mais voltas e os infectados ganham tempo.
Smoker, Hunter, Boomer e Tank seguem da mesma forma, porém com um visual redesenhado. O Boomer tem até uma versão feminina, que se alterna com a masculina.
Quanto ao desempenho… Algumas pessoas dizem que o L4D2 ficou um pouco mais lento que o primeiro. A redução de FPS não deve ser signficativa em sistemas razoáveis. Rodando tudo no máximo num Atlhon X2 2,5 GHz, 4 GB de RAM, Windows 7 de 64-bit e placa de vídeo Radeon HD 4870 de 1 GB, obtive coisa de 5 a 15 FPS a menos que no L4D1.
Uma coisa que poderia mudar é a coloração, que fica meio amarelada simulando um desenho ou filme antigo. Games como GTA, FEAR, entre outros, têm cores mais “reais”.
O L4D2 também vem preparado para receber campanhas add-ons. Em breve deverá ter uma quantidade significativa delas, apesar de boa parte do pessoal que prometeu boicote manter sua posição.
A Valve poderia ter lançado o novo game como atualização ou DLC para o L4D1, mesmo que pago. Cobrar o valor completo do game lançado cerca de um ano depois é um pouco de sacanagem, mas o modo versus acaba garantindo as mudanças. Digo no versus porque você sente a novidade de controlar os novos infectados, já nos outros modos não muda muita coisa (tá, mudam armas, armas brancas, e ataques dos novos infectados, e mais sangue… mas não vale o valor completo sem o versus).
Não pretendo fazer desse texto um review completo do L4D2, particularmente não gosto dos outros modos de jogo então não posso falar muito sobre eles. Sei que comprei e valeu a pena. Para quem não quer comprar via Steam ou não tem cartão internacional, saiba que o L4D2 já pode ser comprado em DVD em algumas lojas.
No segundo dia da Professional Developers Conference da Microsoft a empresa revelou alguns planos para o IE9, próxima versão do Internet Explorer, ainda sem data definida para aparecer publicamente.
O novo navegador está em desenvolvimento há umas 3 semanas. Ele suportará aceleração via hardware 2D do DirectX para desenhar alguns elentos da página, possivelmente exibindo gráficos e animações mais rapidamente. Outro destaque apresentado é uma renderização mais perfeita, sem serrilhados em fontes e elementos vetoriais.
O motor Javascript promete colocar fim ao histórico status negativo do IE. Segundo a Microsoft, o motor em desenvolvimento já é comparável ao do Firefox 3.6 em velocidade, e mais otimizações estão por vir.
Outra coisa é quanto aos padrões web: a MS promete tornar o IE9 mais compatível com padrões. O IE 8 fez boa parte desse trabalho, pela primeira vez na história. Mas ficou devendo ao não suportar as novas especificações do HTML 5 e CSS 3, enquanto que outros browsers suportam sem medos. Atualmente o navegador atinge 32 dos 100 pontos do teste Acid. Chrome, Opera e Safari já chegam aos 100, nas suas versões mais novas.
Não foram divulgadas informações nem datas sobre a disponibilidade de versões para testes públicos. É bom que o IE melhore se quiser se manter no topo, afinal vem perdendo espaço, cada vez mais, para o Firefox (que tem 25% do “mercado”), e em menor número, Chrome, Safari e outros navegadores como Opera.
Foi lançada a oitava edição da Revista Espírito Livre, que aborda diversos temas do mundo open source, trazendo artigos de opinião, entrevistas e dicas.
Essa edição tem o tema “Comunidades e Movimentos Livres”. Há vários artigos sobre como as comunidades lidam com o dia-a-dia do SL, o que fazem, como se manifestam, etc.
Entrevistaram Jon “maddog” Hall, grande nome do software livre que aparece em diversos eventos.
Entre muitos outros temas abordados (a revista tem 93 páginas) estão:
- Importância dos padrões abertos para o software livre.
- Entrevista com Danilo Rodrigues César, sobre o Projeto Robótica Livre.
- Novidades do Ubuntu 9.10.
- Software livre no ensino de ciências (Química).
- E vários artigos dos colaboradores.
Hoje um grande software faz aniversário: o Firefox. Cinco anos de estrada, ameaçando aos poucos quebrar o império do Internet Explorer.
O sucesso do Firefox se deve a diversas coisas dele, geralmente está associado à velocidade (quando comparado com o IE quase todo navegador é mais rápido), segurança (mesmo sabendo que todo software tem lá seus problemas…) e a capacidade de expansão com as extensões. Tudo isso é possível porque ele é um software aberto, com base no antigo Netscape, porém liberado para qualquer um modificar, adicionar e aprimorar recursos.
Um hotsite exclusivo foi divuldado em diversos idiomas para comemorar o aniversário, e promete alguns brindes promocionais do navegador:
O tema dele é “CINCO ANOS DO FIREFOX: Isso é bastante tempo na internet, então vamos celebrar cinco anos trabalhando juntos para tornar a Web melhor para todos.”
Esse navegador mudou muita coisa na web nesses 5 anos. Quando surgiu, o IE 6 dominava (e ainda domina, já que vem com o sistema mais usado no mundo, mas a situação é diferente). O Opera era fechado (e ainda é) e pago (não é mais; antes exibia um banner na versão gratuita). Safari para Windows nem em sonho. Chrome então… Pode-se dizer que o Firefox revolucionou a web, forçando os desenvolvedores a trabalhar pensando em todos. Quando poucas pessoas usam um navegador, não faz muito sentido sair adaptando os sites para rodarem nele. Mas quando muita gente usa, é outra coisa. Nada de ficar criando sites que só funcionam no IE com seus pseudo-padrões. Hoje a situação está mais equilibrada, o IE evoluiu um pouco tarde, abrindo espaço para que soluções melhores fossem adotadas. E em geral um site que pensa no Firefox pode rodar sem problemas em outros navegadores, porque o Firefox adota os padrões da web, sem tentar reinventar a roda com esquemas próprios para codificação.
O Google publicou ontem o Chrome 4.0 beta, uma versão mais estável do Chrome 4, que já está disponível há alguns meses nas compilações do canal de desenvolvedores (dev-channel). Sendo beta ele pode ser usado por mais pessoas, diferente das versões "dev" que não são recomendadas para todos, já que toda semana podem apresentar bugs estranhos.
O principal recurso exibido é a sincronização de favoritos, que usa o mecanismo XMPP, o mesmo por trás do Google Talk. A sincronização ajuda a manter os mesmos favoritos sempre que você acessar o computador, seja no PC de trabalho, de casa, no notebook ou em outro local. Veja um vídeo divulgado por um dos membros da equipe do Chrome:
Basta clicar no menu "Sincronizar meus favoritos" no botão Ferramentas (aquele com ícone de chave de boca) e fazer login com sua conta Google. Para quem quer manter "total" privacidade sobre os endereços marcados como favoritos, não seria interessante usar esse recurso.
Outra grande mudança é com relação ao desempenho (se bem que todo desenvolvedor de navegador vem falando isso ultimamente). Segundo o Google, o Chrome 4.0 beta é cerca de 30% mais rápido que a versão 3 (atual estável), e 400% mais que o primeiro lançamento do Chrome estável. Para os testes foi considerado o Dromeao DOM Core, da Mozilla.
Muitas pessoas estranham o jeito do Google de numerar as versões. Parecia que o Chrome ficaria em beta para sempre (quase como o Gmail e Orkut), mas com o Chrome 1.0 o Google removeu o rótulo beta para que pudessem ser firmadas parcerias com alguns fabricantes de hardware (OEM). Daí para as outras versões foi "um pulo", sendo que o visual do navegador continou praticamente o mesmo, e há quem não considere as versões atuais "completas" pela falta de um monte de coisas – RSS, extensões, etc.
Na prática, mesmo o Chrome estável, está um pouco longe de competir com outros navegadores do porte do Firefox. Pelo menos por enquanto. Apesar disso ele tem uma fatia interessante do mercado, 3,6% dos usuários de internet navegam por ele, segundo a Net Applications em apuração de outubro. É pouca coisa a menos dos 4,2% do Safari, não chega aos pés do IE e Firefox (com 64,6 e 24,1%, respectivamente), mas foi atraente o suficiente para passar do Opera (2,17%), um excelente navegador com muitos anos de estrada que não consegue ser tão popular.
Apesar da falta dos recursos citados, o navegador conquistou muitos fãs justamente pela simplicidade e melhor aproveitamento do espaço na tela para os sites, isso é incontestável. Particularmente venho usando ele como navegador padrão desde o primeiro dia que foi publicado.
Outros recursos no Chrome, como suporte a WebGL e Google Native Client, devem aparecer em pouco tempo. Uma versão beta do Chrome 4 para Mac também é esperada para poucos dias (enquanto no Linux…).