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Tags: internet

Os 50 momentos mais significantes da história da Internet

Publicado em 30/09/2008 • Web1 comentário »

por Marcos Elias

Na semana passada o site Crave (na Cnet) publicou um artigo nostálgico e emocionante para quem acompanha a Internet há anos. Uma espécie não necessariamente de retrospectiva, mas de fatos marcantes ao longo da história da rede.

Nos últimos 40 anos muita coisa mudou, seja para melhor ou para pior. A Internet faz parte da vida de milhões e milhões de pessoas no mundo, vale a pena conferir idéias marcantes, projetos que ficaram e construíram a base da web que se tem hoje - e também aqueles que não deram certo.

O material intitulado "Os 50 momentos mais significantes da história da Internet" está dividido em 10 partes, abordando o começo, a evolução da rede, email, conteúdo social, mídia online, propriedades da web, Web 1.0 e Web 2.0, ordem e legislação; e claro, não poderiam deixar de citar as maiores falhas e fracassos.

A matéria está em inglês, mesmo assim não é difícil identificar grandes nomes e entidades que colaboraram para a Internet ser o que é hoje. Veja em:

http://crave.cnet.co.uk/software/0,39029471,49299033-1,00.htm

Vi no Blog do Rúbio, também postei no GdH.

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Começando a fuçar no CSS3 na prática - Dá-lhe Opera!

Publicado em 20/08/2008 • Web, webmasterPostar comentário »

por Marcos Elias

Publicado também no GdH

Quem acompanha o CSS já deve ter ouvido falar sobre algumas das promessas do CSS3 - a próxima geração dessa linguagem de estilos para páginas da web.

As especificações da nova versão ainda não foram concluídas. Se você está impaciente, saiba que não está sozinho. Alguns produtores de navegadores começaram a implementar suporte a alguns recursos no estado em que se encontram.

Entre os navegadores, podemos citar o Opera e o Safari. O Firefox 3 deve receber suporte a algumas coisas na série 3.1, acompanhando os outros dois. O IE... Bom, o Internet Explorer é o Internet Explorer, como o conhecemos.

Você não precisa se preocupar muito, poderia usar alguns recursos no estado em que estão, como as bordas arredondadas. Os fundos e outras propriedades atuais serão reconhecidos pelo IE normalmente, ele ignorará o que não conseguir interpretar. Enquanto isso, os visitantes do seu site que usam os navegadores que são atualizados mais rapidamente, já poderão ver algumas coisas diferentes nas suas páginas.

Deve ser questão de um ou dois anos até que as especificações do CSS3 estejam mais divulgadas e recebam suporte oficial pelos navegadores. Enquanto isso, quem gosta de trabalhar com CSS pode começar agora mesmo com os recursos iniciais da nova versão.

Veja um tutorial publicado no site Web Monkey, dando algumas dicas de novos recursos do CSS3 - incluindo bordas arredondadas (sem usar imagens, apenas CSS), bordas com gradientes e sombras nos textos.

Leia em (em inglês):

http://www.webmonkey.com/tutorial/Get_Started_with_CSS_3

Evite usar nomes de servidores de DNS que são CNAME (sim, o texto é confuso...)

Publicado em 08/08/2008 • Web, webmaster12 comentários »

por Marcos Elias

Um texto confuso... Mas pode ser útil para mantenedores de servidores autônomos rsrs

Aviso para quem usa o registro.br (domínios nacionais) e um servidor DNS e CNAME abundantemente.

Pelo que pude perceber, o registro.br não aceita que os endereços dos servidores DNS cadastrados sejam redirecionamentos CNAME. Ao alterar os DNS para algum endereço CNAME configurado em outro servidor DNS, que redireciona para outro domínio, recebo uma mensagem "Canonical Name" e um erro.

Comigo aconteceu isso: tenho um domínio usando o DNS da empresa onde registrei, e com isso uso vários redirecionamentos CNAME e de endereço (IP). Aluguei um servidor numa outra empresa, e redirecionei o domínio para ele por IP. Eu usava ns1.meusite.com.etc e ns2.meusite.com.etc para hospedar alguns dos meus domínios, no caso os ns1 e ns2 eram subdomínios configurados no servidor, sem CNAME, mas com endereço.

Depois de alguns problemas, mudei de empresa de hosting. Eu precisaria ir no painel do domínio e redirecionar para o novo IP. Em vez disso, criei um redirecionamento centralizado, algo como meuserver2.meusiteprincipal.com.etc jogando ele pro IP do meu servidor novo, e redirecionei as entradas antigas usando esse endereço num redirecionamento CNAME. Com isso, se eu mudasse de host novamente, editaria o IP uma única vez, as outras entradas não seriam mexidas pois eram redirecionadas via CNAME para o meuserver2.meusiteprincipal.com.etc.
O ns1.meusite.com.etc ficou então sendo um CNAME para o meuserver2.meusiteprincipal.com.etc, que por sua vez era um redirecionamento de IP para o IP real da máquina. Antes, o ns1.meusite.com.etc, assim como o *.meusite1.com.etc, eram redirecionamentos IP para o IP da máquina, sem um CNAME intermediário.

Passados uns dois dias, um dos meus sites que usava ns1.meusite.com.etc e ns2.meusite.com.etc no registro.br como servidores de DNS, parou de ser acessado, ficou inacessível. Não entendi, revisei a configuração do BIND, reiniciei o servidor, limpei meu cache DNS e mesmo usando o OpenDNS, nada. Vários dias se passaram, eu tentando de quase tudo, e nada de entrar...

Para o site não ficar fora do ar (era um secundário, mas mesmo assim foi chato), entrei no registro.br e alterei os DNS dele para uma hospedagem compartilhada que uso. Depois, voltei lá, e alterei para o mesmo servidor em que estava, usando meus ns1.meusite.com.etc e ns2. Aí vi a mensagem "Canonical name" destacada em vermelho, sem maiores detalhes do erro...

Na hora, fui no servidor DNS do domínio, removi a entrada CNAME e crei outras IP. Passado alguns minutos, fui no registro.br, recoloquei meus DNS personalizados, e pronto... Funcionou...

Ou seja, o registro.br não permite que se defina endereços de servidores DNS com URLs que estejam redirecionando para um nome de host não-IP (CNAME).

Sei que está confuso o texto, todavia... Se você não entendeu, provavelmente nunca passou por isso ou não vai precisar :P

E não sei se é apenas no registro.br ou se é algo das raízes do DNS que não aceita isso.

Provedores da Inglaterra enviarão cartas aos clientes que baixam coisas piratas

Publicado em 25/07/2008 • Notícia4 comentários »

por Marcos Elias

Na Inglaterra (ou praqueles lados), seis provedores de acesso à Internet (provedores de verdade, não meros beneficientes de venda casada autenticadores de conexão) assinaram acordo com a Indústria Fonográfica Britânica (BPI), para chantagear intimidar usuários que baixem músicas piratas (como saber se uma música é pirata? E se o cara só baixar um Linux via Torrent? Ou um OGG do Stallman cantando no banheiro...).

Na medida, fica mais ou menos certo (mais ou menos porque eu não procurei ler direito) que enviarão cartas aos usuários, e a princípio, apenas isso. Ameaçando cortar o acesso caso continuem baixando coisas piratas (talvez até cortem... será que as operadoras de banda larga gostariam de perder clientes? Se não fosse P2P, muita gente não teria web em casa ou planos rápidos de acesso...).

3 cartas, tchau Internet. Aff.

Segundo os envolvidos no acordo, trabalharão mantendo a privacidade dos usuários, sem revelar dados a terceiros.

Entre as empresas, provavelmente estão British Telecom, Virgin, Carphone Warehouse, Orange, Tiscali e Hell Sky.

Vai saber se quem coloca vírus em arquivos de música em redes P2P não são as próprias gravadoras... tsc tsc.

Tomara que essas medidas no mínimo burras desesperadas nunca cheguem ao Brasil.

Leia mais no IDG Now.